21/07/2017 - PRORROGADAS AS INSCRIÇÕES PARA O PRÊMIO CELSO FURTADO

Foram prorrogadas as inscrições para o Prêmio Celso Furtado de Desenvolvimento Regional até o dia 14 de agosto de 2017. Serão mais de R$ 145 mil em prêmios disponíveis para todo o Brasil. O prêmio está na quarta edição e traz uma categoria especifica para destacar projetos voltados para a Amazônia.

O prêmio é promovido pelo Ministério da Integração Nacional (MI), por meio da Secretaria de Desenvolvimento Regional (SDR) e com o patrocínio do Banco da Amazônia e é realizada a cada dois anos. Nesta edição, a premiação homenageia o geógrafo Milton Santos, nascido na Bahia em 1926 e falecido em 2001. Ele ficou conhecido pela forma crítica e provocante de abordar assuntos como, a globalização, a ideologia da vida social, além de ter contribuído para a nação de território como espaço das relações humanas.

Desde 2009, o prêmio objetiva estimular o desenvolvimento, o debate e a produção acadêmica sobre o desenvolvimento regional no Brasil, e assim, aprofundando o conhecimento da realidade das regiões. A cada edição o número de participantes aumenta, em 2010, foram 500 inscritos. Em 2012 foram 700 e na última premiação, em 2014 foram mais de 800 trabalhos.
Este ano, o prêmio Celso furtado tem seis categorias, Produção do Conhecimento Acadêmico; Práticas Exitosas de Produção e Gestão Institucional; Projetos Inovadores para Implantação no Território; Amazônia - Tecnologia e Inovações para o Plano Regional de Desenvolvimento da Amazônia (PRDA); Centro-Oeste – Desenvolvimento para a Faixa de Fronteira; e Nordeste – Inovação e Sustentabilidade. Haverá premiação para os dois primeiros lugares, R$ 15 mil reais (1º lugar) e R$ 10 mil reais (2º lugar), para cada categoria. As inscrições devem ser realizadas pelo site http://mi.gov.br/premio

Podem participar pessoas que possuem ou já tenha possuído vinculo com instituição de ensino superior sediada no país ou no exterior, desde que o trabalho seja brasileiro. O prêmio é direcionado também para pessoas vinculadas às instituições públicas, privadas, paraestatais, entidades de classe, agências e companhias que promovam o desenvolvimento regional; e pessoas vinculadas às instituições da sociedade civil vocacionadas ao desenvolvimento regional, como Organizações Não Governamentais (ONGs), Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIPs), Organizações Sociais (OS), cooperativas, associações, fóruns, consórcios e conselhos.