Banco da Amazônia homenageia os 400 anos de Belém com cultura e arte

Nesta terça-feira, 12 de janeiro, dia em que a capital paraense completa quatro séculos de existência, o Banco da Amazônia faz uma bela homenagem a Belém disponibilizando a seus colaboradores, parceiros e público em geral um hotsite em sua página na internet (www.bancoamazonia.com.br) contendo parte da história da cidade, com destaque aos pontos turísticos, à cultura local e ao Círio de Nossa Senhora de Nazaré.

A página foi dividida em Belém Histórica, onde o internauta navegará pelos primeiros espaços urbanos criados na cidade, como o bairro da Cidade Velha, o Mercado do Ver-o-Peso e os palacetes e casarões antigos, e Cultura, onde se destacam a dança, a música, a literatura e a gastronomia feita em Belém.

O internauta poderá, ainda, ver os pontos turísticos da cidade, com os lugares principais de visitação turística, como a praia de Mosqueiro, o Mangal das Garças, a Estação das Docas, o Museu Emílio Goeldi, o Bosque Rodrigues Alves e o Complexo Feliz Lusitânia. Há, também, um destaque especial para o Círio de Nossa Senhora de Nazaré, maior procissão da região e evento cultural que conta, todos os anos, com apoio do Banco da Amazônia.

“A ideia oi a de oferecermos ao público um panorama geral de Belém, para que os que já conhecem a cidade se identifiquem e se sintam representados afetivamente e, para àqueles que não a conhecem, vejam a diversidade e a riqueza de nossa cultura”, explica Luiz Lourenço Neto, gerente de Imagem e Comunicação do Banco da Amazônia.

Criado há 73 anos, o Banco da Amazônia guarda estreita relação com a cidade das mangueiras, pois foi em Belém que a instituição surgiu, há 73 anos, como o então Banco de Crédito da Borracha. De lá para cá, o banco foi se expandindo e hoje se encontra em todos os Estados da Amazônia Legal.

Carlos Gomes e Marujada

Para prestigiar a cidade que o acolheu por todos esses anos, as homenagens do Banco da Amazônia prosseguem, ainda, com o patrocínio de dois grandes eventos em homenagem aos 400 anos de Belém. Em parceria com o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult) e Academia Paraense de Música, ocorrerá nesta terça-feira um concerto da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP), sob a regência do maestro Miguel Campos Neto.

Durante o espetáculo, que também marcará os 120 anos da morte de Carlos Gomes e os 20 anos de fundação da OSTP, haverá apresentação do coro lírico e quatro solistas, interpretando a Missa de Nossa Senhora da Conceição, de Carlos Gomes. O evento será às 20h, no Theatro da Paz, com entrada franca.

E, no dia 17, o Banco da Amazônia patrocina o resgate de um evento tradicional que foi realizado por trinta anos pelas ruas do bairro da Campina, em Belém, do início da década de 70 até o ano de 2009: a Romaria de São Benedito das Rosas, que terá a participação especial da Marujada de Bragança. O evento, que ocorre dentro da 10ª Edição do projeto Circular Campina Cidade Velha, é uma realização da Jambu Filmes, com apoio da Pro Reitoria de Relações Internacionais - Prointer UFPA e da Prefeitura de Bragança.

Então organizada por Francisca Gonçalves Guedes, falecida em 2014, aos 99 anos, a procissão será reeditada neste próximo domingo como Dona Lulu, como era conhecida Francisca, a conduzia. O cortejo percorrerá diversas ruas da Campina, iniciando na Praça Barão do Rio Branco, no Largo da Trindade, às 16h, com encerramento previsto na Praça das Mercês, às 18 horas, onde haverá apresentação de dança, do Grupo Regional, e com a participação de Luê,  Júnior Soares, do Arraial do Pavulagem, e Toni Soares.

“Resgatar tradições é reaver a história e, consequentemente, é valorizar a cultura de nossa cidade. E o Banco da Amazônia, ao possibilitar a retomada desta romaria, que por trinta anos ocorreu no bairro da Campina onde a sede de nossa Instituição se encontra, presta uma bela homenagem aos 400 anos de Belém, conferindo novos significados aos que já vivenciamos e possibilitando às novas gerações que vivam essa experiência. Esta é, ainda, a forma de agradecer a Belém e a sua gente por ter acolhido nosso Banco ao longo desses 73 anos de nossa existência. Viva os quatro séculos de Belém do Grão Pará!”, relata Luiz Lourenço Neto.

Espaço Cultural Banco da Amazônia no Circular

O Banco da Amazônia também homenageará os 400 de Belém abrindo seu Espaço Cultural à visitação pública no próximo domingo dentro da programação da 10ª Edição do projeto Circular Campina Cidade Velha. Quem visitar o Espaço, localizado na matriz da instituição na avenida Presidente Vargas, 800, poderá apreciar a exposição “Paris do Sol 400 anos – A Belém que a gente não viu”, que tem curadoria da artista visual Catalina Murchio, que estará presente, na ocasião, de 9 às 11 horas..

Nesse dia, ainda,  haverá apresentação às 11 horas do Coral Vozes da Amazônia, composto por empregados do Banco e com regência do maestro Eduardo Nascimento. No repertório, músicas para homenagear Belém. Haverá, também, roda de conversa com o museólogo Antonio Eutálio e declamação de poesias alusivas à Belém com os poetas Francisco Mendes, Antônio Juraci Siqueira, Antônio Correia, Apolo de Caratateua, Ducarmo, Izarina tavares e Marcio Galvão.

Produzida especialmente para celebrar os quatro séculos da capital paraense, a exposição é composta por imagens de domínio público das paisagens urbanas de Belém na virada do século XIX para o século XX, a exposição traz mural artístico de Mauro Barbosa, Téo Lima e Adriano Gurjão, além de azulejos da Bélle Époque da coleção de Vânia Bispo, do Antiquário dos Azulejos, e pinturas em nanquim do engenheiro civil e desenhista Gustavo Affonso Bolção Vianna, já falecido, cujas obras pertencem ao acervo de Affonso Vianna Neto. A exposição “Paris do Sol 400 anos – A Belém que a gente não viu” ficará aberta à visitação pública até o dia 29 de janeiro, de 9 às 17 horas.

A página foi dividida em Belém Histórica, onde o internauta navegará pelos primeiros espaços urbanos criados na cidade, como o bairro da Cidade Velha, o Mercado do Ver-o-Peso e os palacetes e casarões antigos, e Cultura, onde se destacam a dança, a música, a literatura e a gastronomia feita em Belém.

O internauta poderá, ainda, ver os pontos turísticos da cidade, com os lugares principais de visitação turística, como a praia de Mosqueiro, o Mangal das Garças, a Estação das Docas, o Museu Emílio Goeldi, o Bosque Rodrigues Alves e o Complexo Feliz Lusitânia. Há, também, um destaque especial para o Círio de Nossa Senhora de Nazaré, maior procissão da região e evento cultural que conta, todos os anos, com apoio do Banco da Amazônia.

“A ideia oi a de oferecermos ao público um panorama geral de Belém, para que os que já conhecem a cidade se identifiquem e se sintam representados afetivamente e, para àqueles que não a conhecem, vejam a diversidade e a riqueza de nossa cultura”, explica Luiz Lourenço Neto, gerente de Imagem e Comunicação do Banco da Amazônia.

Criado há 73 anos, o Banco da Amazônia guarda estreita relação com a cidade das mangueiras, pois foi em Belém que a instituição surgiu, há 73 anos, como o então Banco de Crédito da Borracha. De lá para cá, o banco foi se expandindo e hoje se encontra em todos os Estados da Amazônia Legal.

Carlos Gomes e Marujada

Para prestigiar a cidade que o acolheu por todos esses anos, as homenagens do Banco da Amazônia prosseguem, ainda, com o patrocínio de dois grandes eventos em homenagem aos 400 anos de Belém. Em parceria com o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult) e Academia Paraense de Música, ocorrerá nesta terça-feira um concerto da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP), sob a regência do maestro Miguel Campos Neto.

Durante o espetáculo, que também marcará os 120 anos da morte de Carlos Gomes e os 20 anos de fundação da OSTP, haverá apresentação do coro lírico e quatro solistas, interpretando a Missa de Nossa Senhora da Conceição, de Carlos Gomes. O evento será às 20h, no Theatro da Paz, com entrada franca.

E, no dia 17, o Banco da Amazônia patrocina o resgate de um evento tradicional que foi realizado por trinta anos pelas ruas do bairro da Campina, em Belém, do início da década de 70 até o ano de 2009: a Romaria de São Benedito das Rosas, que terá a participação especial da Marujada de Bragança. O evento, que ocorre dentro da 10ª Edição do projeto Circular Campina Cidade Velha, é uma realização da Jambu Filmes, com apoio da Pro Reitoria de Relações Internacionais - Prointer UFPA e da Prefeitura de Bragança.

Então organizada por Francisca Gonçalves Guedes, falecida em 2014, aos 99 anos, a procissão será reeditada neste próximo domingo como Dona Lulu, como era conhecida Francisca, a conduzia. O cortejo percorrerá diversas ruas da Campina, iniciando na Praça Barão do Rio Branco, no Largo da Trindade, às 16h, com encerramento previsto na Praça das Mercês, às 18 horas, onde haverá apresentação de dança, do Grupo Regional, e com a participação de Luê,  Júnior Soares, do Arraial do Pavulagem, e Toni Soares.

“Resgatar tradições é reaver a história e, consequentemente, é valorizar a cultura de nossa cidade. E o Banco da Amazônia, ao possibilitar a retomada desta romaria, que por trinta anos ocorreu no bairro da Campina onde a sede de nossa Instituição se encontra, presta uma bela homenagem aos 400 anos de Belém, conferindo novos significados aos que já vivenciamos e possibilitando às novas gerações que vivam essa experiência. Esta é, ainda, a forma de agradecer a Belém e a sua gente por ter acolhido nosso Banco ao longo desses 73 anos de nossa existência. Viva os quatro séculos de Belém do Grão Pará!”, relata Luiz Lourenço Neto.

Espaço Cultural Banco da Amazônia no Circular

O Banco da Amazônia também homenageará os 400 de Belém abrindo seu Espaço Cultural à visitação pública no próximo domingo dentro da programação da 10ª Edição do projeto Circular Campina Cidade Velha. Quem visitar o Espaço, localizado na matriz da instituição na avenida Presidente Vargas, 800, poderá apreciar a exposição “Paris do Sol 400 anos – A Belém que a gente não viu”, que tem curadoria da artista visual Catalina Murchio, que estará presente, na ocasião, de 9 às 11 horas..

 

Nesse dia, ainda,  haverá apresentação às 11 horas do Coral Vozes da Amazônia, composto por empregados do Banco e com regência do maestro Eduardo Nascimento. No repertório, músicas para homenagear Belém. Haverá, também, roda de conversa com o museólogo Antonio Eutálio e declamação de poesias alusivas à Belém com os poetas Francisco Mendes, Antônio Juraci Siqueira, Antônio Correia, Apolo de Caratateua, Ducarmo, Izarina tavares e Marcio Galvão.

 

Produzida especialmente para celebrar os quatro séculos da capital paraense, a exposição é composta por imagens de domínio público das paisagens urbanas de Belém na virada do século XIX para o século XX, a exposição traz mural artístico de Mauro Barbosa, Téo Lima e Adriano Gurjão, além de azulejos da Bélle Époque da coleção de Vânia Bispo, do Antiquário dos Azulejos, e pinturas em nanquim do engenheiro civil e desenhista Gustavo Affonso Bolção Vianna, já falecido, cujas obras pertencem ao acervo de Affonso Vianna Neto. A exposição “Paris do Sol 400 anos – A Belém que a gente não viu” ficará aberta à visitação pública até o dia 29 de janeiro, de 9 às 17 horas.