Banco da Amazônia abre seu Espaço Cultural durante o 10º Circular Campina Cidade Velha

Com patrocínio do Banco da Amazônia, ocorre no próximo domingo (17) a décima edição do Projeto Circular Campina Cidade Velha, realizado pela Kamara Kó Fotografias e o Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura, que tem por objetivo fomentar as atividades artísticas e culturais no centro histórico de Belém.


O projeto incentiva que casas e estabelecimentos do bairro abram suas portas para a realização de programações culturais. Desde a oitava versão do Circular, o Banco da Amazônia aderiu a esse movimento, passando a abrir ao público seu Espaço Cultural.

Nesta edição, que também foi pensada para homenagear os 400 de Belém, celebrados em 12 de janeiro, o Espaço Cultural Banco da Amazônia estará aberto à visitação pública, de 9 às 15 horas, com a exposição “Paris do Sol 400 anos – A Belém que a gente não viu”, que tem curadoria da artista visual Catalina Murchio.

Produzida especialmente para celebrar os quatro séculos da capital paraense, a exposição é composta por imagens de domínio público das paisagens urbanas de Belém na virada do século XIX para o século XX, a exposição traz mural artístico de Mauro Barbosa, Téo Lima e Adriano Gurjão, além de azulejos da Bélle Époque da coleção de Vânia Bispo, do Antiquário dos Azulejos, e pinturas em nanquim do engenheiro civil e desenhista Gustavo Affonso Bolção Vianna, já falecido, cujas obras pertencem ao acervo de Affonso Vianna Neto.

No domingo do Projeto Circular haverá, às 11 horas, apresentação do Coral Vozes da Amazônia, composto por empregados do Banco e com regência do maestro Eduardo Nascimento. No repertório, músicas para homenagear Belém. Haverá, também, roda de conversa com o museólogo Antonio Eutálio, a partir das 9 horas, e declamação de poesias alusivas à Belém ao longo do dia com os poetas Francisco Mendes, Antônio Juraci Siqueira, Antônio Correia, Apolo de Caratateua, Ducarmo, Izarina tavares e Marcio Galvão.

A exposição “Paris do Sol 400 anos – A Belém que a gente não viu” fica aberta à visitação pública até o dia 29 de janeiro, de segunda á sexta-feira, de 9 às 17 horas.