Banco da Amazônia e Daniel Leite convidam leitores a sonhar junto com “A Menina Árvore”

No dia 29 de maio, às 19 horas, no estande do Banco da Amazônia na XX Feira Pan-Amazônica do Livro, ocorrerá a sessão de autógrafo da obra "A Menina Árvore", do escritor paraense Daniel Leite. O livro conta a história de uma menina que, ao adormecer, ouve uma voz a convidando a “acordar para sonhar".

No dia 29 de maio, às 19 horas, no estande do Banco da Amazônia na XX Feira Pan-Amazônica do Livro, ocorrerá a sessão de autógrafo da obra "A Menina Árvore", do escritor paraense Daniel Leite. O livro conta a história de uma menina que, ao adormecer, ouve uma voz a convidando a “acordar para sonhar".

“Os sonhos da menina são pura poesia e lirismo e se constituem em um convite à fantasia para todos os leitores. Esperamos que os visitantes que forem prestigiar nosso estande, aceitem e embarquem nessa viagem junto com a personagem”, diz Luiz Lourenço Neto, gerente de Imagem e Comunicação do Banco da Amazônia.

No livro, que foi um dos selecionados no Edital Público de Patrocínio do Banco da Amazônia em 2015, a menina sonha com passarinhos em seus cabelos, árvores que bailam e se entrelaçam, céu que vira mar e estrelas que viram baleias. As árvores bailarinas têm flores em suas mãos e braços que viram asas.

“Participar da XX Feira Pan Amazônica do Livro por meio do Banco da Amazônia é acreditar no compromisso social de uma instituição financeira, que além dos importantes projetos de desenvolvimento para a região, compreende, solidamente, com um olhar para o futuro, que a maior riqueza de uma terra é a sua gente, a sua cultura”, afirmou o escritor.

Ao longo de sua carreira, além de “A menina árvore”, Daniel Leite também obteve patrocínio do Banco da Amazônia para editar os livros “Peso Vero” (2011) e “A história das crianças que plantaram um rio”, primeiro volume da coleção Livro Lamparina (2013). Todas as obras contaram com ilustrações assinadas por Maciste Costa.

Licenciado pleno em Letras, com habilitação em Língua Alemã, Daniel leite é também advogado. Ele foi 1º lugar em poesia no I FEART, em 1992, e 1º lugar em contos no VII FEART, em 1998. Em 2004, foi Prêmio IAP - Instituto de Artes do Pará de Literatura com o livro de contos “Águas Imaginárias”. Nesse mesmo ano foi 1º lugar em poesia e 1º lugar em contos no Festival de Arte e Literatura da Assembleia Legislativa do Pará.

O escritor também foi Prêmio Carlos Drummond de Andrade, em poesia, e esteve entre os finalistas do Prêmio Machado de Assis, em contos pelo SESC-DF. Ainda em 2007, ele recebeu pela segunda vez o Prêmio IAP na categoria contos com o livro Invisibilidades. Em 2008, com o livro Girândolas, ganhou o Prêmio Samuel Wallace Mac-Dowell da Academia Paraense de Letras.