Concerto da Amazônia Jazz Band e Jane Duboc marca comemoração dos 74 anos do Banco da Amazônia


Principal agente de fomento do Governo Federal no Norte do país, o Banco da Amazônia completa 74 anos de existência no próximo dia 9 de julho. Para comemorar a data, a instituição reunirá, no sábado, no Theatro da Paz, às 20 horas, colaboradores, clientes, parceiros e o público em geral no concerto de gravação do primeiro DVD da Amazônia Jazz Band, com a participação da cantora Jane Duboc.

Com o patrocínio do Banco da Amazônia, o espetáculo terá a regência do maestro Nelson Neves e a presença de Nailor Proveta, na primeira fila dos saxofonistas. No repertório, jazz, swing e funk, mistura já conhecida do público da AJB, que executará músicas paraenses, nacionais e internacionais, como “Uirapuru”, de Waldemar Henrique, “Por causa de você”, de Tom Jobim e Dolores Duran, e “Sweet Lady Jane”, de Mick Jagger e Keith Richards.

Promovido pelo Governo do Estado do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult-PA), em parceria com a Academia Paraense de Música (APM) e apoio cultural da Embaixada Americana, a gravação do DVD da Amazônia Jazz Band é mais uma ação de patrocínio do Banco da Amazônia, um dos maiores investidores de Cultura da região.

“Vimos contribuindo para a democratização do acesso aos bens culturais, possibilitando que inúmeros projetos saiam do papel e cheguem ao cidadão. Investir na área faz parte da nossa história, então nada melhor do que comemorar nossos 74 anos dessa forma, patrocinando mais uma ação cultural relevante para o Estado”, ressalta Ewerton Alencar, gerente de Imagem e Comunicação do Banco da Amazônia.

Investimentos em Cultura

Desde 2011, o Banco da Amazônia investiu mais de R$ 23 milhões em patrocínios, valores destinados às áreas cultural, social, ambiental e esportiva. Somente os editais Públicos deste ano asseguraram investimentos de mais de R$ 2,6 milhões, distribuídos a pessoas físicas e jurídicas que se inscreveram e tiveram seus projetos aprovados no edital de Patrocínios, com R$1,92 milhão disponível, o da Lei Rouanet, com R$ 600 mil, e o de Pautas do Espaço Cultural Banco da Amazônia, com R$ 100 mil.

“Estou fora de Belém há oito anos e, no decorrer desse tempo, percebo que os investimentos em cultura, principalmente para as artes visuais, diminuem e o Banco da Amazônia é o único que os vêm mantendo de maneira constante. O Prêmio Banco da Amazônia de Artes Visuais, direcionado ao Espaço Cultural, só vem crescendo, inclusive a pauta agora é aberta em nível nacional. Vejo que há um interesse em longo prazo e a valorização da área pela instituição”, relata a fotógrafa Flavya Mutran, contemplada este ano no Prêmio Banco da Amazônia de Artes Visuais, direcionado às pautas do Espaço Cultural.

No edital de Patrocínios 2016, o Banco da Amazônia recebeu 879 inscrições de projetos de todos os Estados da Amazônia Legal, sendo aprovados 116, com 32 do Pará. Todos serão desenvolvidos em parceria com os atores sociais comprometidos com o desenvolvimento sustentável da região, uma exigência do banco. Os projetos culturais são voltados à Literatura, Eventos Culturais, Música, Audiovisual e Artes Cênicas.

“Vejo que o Banco da Amazônia tem compromisso social e que a Instituição tem um olhar para o futuro, compreendendo que a maior riqueza de uma terra é a sua gente, a sua cultura”, afirma Daniel Leite, escritor que, ao longo de sua carreira, recebeu o patrocínio do banco para publicar os livros “A menina árvore” (2015), “Peso Vero” (2011) e “A história das crianças que plantaram um rio” (2013).

Quanto ao edital da Lei Rouanet, o Banco da Amazônia selecionou para 2016, entre outros projetos culturais, o Circular Campina Cidade, da Kamara Kó Fotografias para  valorização do centro histórico de Belém; o Cine Carbono Neutro, da Curupira Filmes; o Festival Se Rasgum; e a XXVI Mostra de Teatro de Santarém.